Como o Agro Brasileiro poderá sobreviver ao desgoverno Lula? um dos piores governos da História!

Como o Agro Brasileiro poderá sobreviver ao desgoverno Lula?

O Brasil enfrenta um momento crítico com o desgoverno de Lula. A situação econômica e política é grave. O agro brasileiro, que é essencial para a economia, enfrenta grandes desafios.

Para o agro brasileiro, a sobrevivência depende de mudanças importantes. É necessário ter um governo que entenda e apoie o setor. A Continuação do desgoverno de Lula pode ser desastroso para o agro.

É crucial encontrar soluções para os problemas atuais. O agro precisa de um governo que valorize e proteja os interesses de quem trabalha duro para colocar a comida na mesa do brasileiro. Assim, o setor pode se recuperar e crescer novamente.

Veja a seguir algumas estratégias para o agro brasileiro sobreviver ao desgoverno de Lula:

Principais pontos a serem considerados:

  • Estabelecer um NOVO governo que entenda e apoie o setor agropecuário.
  • Implementar políticas que promovam a produção e exportação de alimentos.
  • Investir em infraestrutura rural para melhorar a eficiência da produção.
  • Fortalecer a pesquisa e desenvolvimento tecnológico no setor agropecuário.
  • Garantir a segurança jurídica para os produtores rurais.

Essas são apenas algumas das estratégias que podem ajudar o agro brasileiro a sobreviver ao desgoverno de Lula. É importante que o governo e o setor agropecuário trabalhem juntos para encontrar soluções para os problemas atuais.

Próximos pontos a serem abordados:

  • Impactos do desgoverno de Lula no setor agropecuário.
  • Políticas agrícolas e suas consequências para o agro brasileiro.
  • Desafios e oportunidades para o agro brasileiro no cenário internacional.
  • Relação entre o governo e o setor agropecuário.
  • Experiências internacionais para inspirar mudanças no agro brasileiro.

O cenário atual do agronegócio brasileiro sob o governo Lula

A importância do agro para a economia brasileira: fatos e números

O agronegócio responde, de forma direta e indireta, por algo em torno de 1/4 a 1/3 do PIB brasileiro, dependendo do ano e da metodologia. É o setor que gera superávit comercial ano após ano, porque exporta muito mais do que importa, garantindo entrada de dólares e equilíbrio nas contas externas. Milhões de empregos — formais e informais — estão ligados à cadeia do agro: da fazenda ao frigorífico, da cooperativa ao transporte, da indústria de máquinas ao mercado interno de alimentos. Sem o agro forte, o equilíbrio fiscal piora, o câmbio sente e o custo da comida sobe. Por isso, sufocar crédito, insegurança na terra e atrasar renegociação em áreas de desastre não é só “problema do campo”: é risco direto para inflação, balança comercial e crescimento do país.

O tratamento paradoxal: o agro como vilão na narrativa governamental

Quando o produtor vira suspeito: como a retórica ideológica contra o agronegócio colide com os dados de geração de renda, emprego e exportações no Brasil

Nos últimos anos, instalou-se uma contradição incômoda: o mesmo setor que garante superávit na balança comercial, abastece o mercado interno e sustenta milhões de empregos passou a ser tratado, em certos discursos políticos, como se fosse um bloco de interesses “reacionários” ou “antissociais”. Essa leitura ideológica ignora que o agronegócio não é um grupo monolítico de grandes fazendeiros, mas uma cadeia vasta que inclui pequenos e médios produtores, cooperativas, transportadores, indústria de insumos e comércio. Quando o debate público reduz o agro a um inimigo de ocasião, o resultado é perverso: enfraquece-se o setor que mais traz divisas, gera insegurança em quem investe no campo e afasta capital privado. Em vez de ser visto como parceiro estratégico do desenvolvimento, o produtor passa a ser olhado com desconfiança — exatamente o oposto do que os números da economia mostram.

Plano Safra: cifras bilionárias que não refletem a realidade do campo

O governo gosta de anunciar números gigantes — R$ 516,2 bilhões, aumento sobre o ano anterior, crédito “verde”, investimento em armazenagem — porque isso rende manchete e passa a ideia de apoio total ao produtor. Serviços e Informações do Brasil+2Agência Gov+2 Mas quando o dinheiro chega na agência, o produtor encontra outra cena: juros mais altos (8,5% a 14% ao ano), equalização curta e linhas que simplesmente não abrem ou abrem travadas pelos bancos. Isso faz com que o crédito fique disponível “no papel”, mas inacessível para quem está endividado, teve perda climática ou precisa girar custeio imediato. Notícias Agrícolas+3CNA+3Diário do Comércio+3

Resultado: temos um Plano Safra que cresce em valor nominal, mas não resolve o problema central do produtor — previsibilidade, juros compatíveis e seguro rural robusto. Em vários estados já há queda nas contratações e entidades do agro alertam que o modelo, do jeito que está, não conversa com o risco real do campo em 2025/26.

Análise dos juros e encargos incompatíveis com a produção rural

O coração do problema hoje não é só “ter crédito”, é a que custo. A produção rural trabalha com margens apertadas, ciclos longos e riscos que o produtor não controla (clima, praga, preço internacional). Quando o governo solta linhas com juros na casa de 8% a 14% ao ano e ainda vem junto TAC, seguro, assistência, registro de CPR e exigência bancária, o custo financeiro ultrapassa facilmente o ganho esperado da safra. A conta não fecha.

O produtor passa a ter 3 distorções:

  1. Custo do dinheiro maior que a rentabilidade média da cultura – soja, milho e pecuária não dão 15% limpos todo ano.

  2. Risco todo no produtor, proteção quase nenhuma no crédito – o banco recebe, o governo anuncia, quem quebra é o campo.

  3. Financiamento curto para atividade longa – paga-se rápido por algo que demora a dar retorno (máquina, irrigação, pasto).

Conclusão editorial: juros de cidade para atividade de campo geram inadimplência de campo com cara de “mau pagador”, quando na verdade é mau desenho de política agrícola.

Do plano que irrigava produção ao plano que só estampa bilhões: por que o produtor sente saudade da lógica de 2022/23.

Vamos comparar sem paixão e com dado.

1. Tamanho do bolo (anúncio x realidade)

2. Juros e equalização

  • 2022/23 (Bolsonaro): Pronaf a 5–6% a.a.; Pronamp a 8% a.a.; demais produtores a 12% a.a. (o choque de juros já aparecia, mas havia mais espaço de equalização). Serviços e Informações do Brasil

  • 2025/26 (Lula): há faixas bem baixas só para agricultura familiar/prioridades (até 0,5% e 2,5%), mas o produtor empresarial encontra patamares de dois dígitos, acima da rentabilidade média de várias culturas. Serviços e Informações do Brasil+2CNN Brasil+2
    👉 Diferença: o plano atual segmenta e politiza mais o juro; o anterior era mais linear para quem produz em escala.

3. Peso do investimento

  • 2022/23: R$ 94,6 bi para investimento, com linhas tradicionais (Moderfrota, PCA, Inovagro) ainda relativamente utilizáveis. Serviços e Informações do Brasil

  • 2025/26: R$ 101,5 bi para investimento, mas sob juros maiores e com recorte “verde/baixo carbono” mais forte — bom para quem se enquadra, menos aderente para quem só precisa repor máquina. Agência Brasil+1
    👉 Diferença: hoje tem mais dinheiro, mas menos gente encaixa.

4. Acesso na ponta (agência/banco)

  • 2022/23: queixas existiam, mas o ambiente de risco era menor e o setor vinha de ciclo de preços melhores, então o crédito girava.

  • 2025/26: produtor chega ao banco endividado, com RJ no setor e risco climático recente; o banco trava ou encarece. Resultado: plano “existe”, mas não flui. (inferência a partir do aumento de RJ e do encarecimento do crédito rural).

5. Percepção de efetividade

  • Plano 22/23 é visto no campo como “plano que chegou” porque combinou aumento de volume + juro ainda suportável + menos ruído político sobre o agro.

  • Plano 25/26 é visto como “plano de vitrine”: número recorde, mas pouco aderente ao caixa do produtor médio.

A crise de crédito no campo: um setor sufocado financeiramente pela burocracia do governo Lula

A crise de crédito no campo brasileiro é um grande problema. Ela afeta diretamente a economia do país. Os produtores rurais têm dificuldade para conseguir crédito e manter suas atividades.

O Impacto da Crise de Crédito nos Produtores Rurais

A crise de crédito afeta os produtores rurais de várias maneiras. Eles não conseguem comprar insumos e equipamentos essenciais. A burocracia excessiva também atrasa a liberação de crédito, causando perdas para os produtores.

Segundo o Ministério da Agricultura, a crise reduziu a produção agrícola em 20% nos últimos anos. Isso afeta não só a economia rural, mas também a segurança alimentar do país.

Estratégias para Superar a Crise de Crédito

Para superar a crise, é essencial que todos trabalhem juntos. Produtos rurais, governos e instituições financeiras devem colaborar. Algumas estratégias incluem:

  • Simplificar os processos de crédito e reduzir a burocracia;
  • Aumentar a oferta de crédito rural e melhorar as condições de financiamento;
  • Implementar programas de apoio técnico e gerencial para os produtores rurais;
  • Promover a diversificação da produção agrícola e a adoção de práticas sustentáveis.

Trabalhando juntos, é possível superar a crise de crédito. Assim, fortaleceremos a agricultura brasileira.

Renegociação que não chega à ponta: o caso dos produtores gaúchos

Após as enchentes históricas de 2024 e a crise climática seguinte, o governo federal anunciou um pacote de R$ 12 bilhões para aliviar dívidas de produtores e cooperativas do Rio Grande do Sul, com direito a prorrogação e linhas especiais. No papel, parece robusto. Na prática, porém, o que os produtores relatam é outra coisa: os bancos demoraram a receber as instruções, parte das dívidas não entrou nas regras e muitas operações ficaram presas em critérios burocráticos — exatamente quando o produtor mais precisava de caixa para replantar e recuperar estrutura. Senado Federal+3Serviços e Informações do Brasil+3Agência Brasil+

Enquanto o Estado e o próprio RS correm para viabilizar prorrogação de até R$ 3 bilhões via Banrisul e fundos locais, o agricultor que perdeu lavoura, maquinário e acesso à propriedade continua com parcelas vencendo, sem fôlego e sem previsibilidade. O resultado é um quadro perverso: há anúncio, há MP, há cifras — mas não há entrega na ponta do produtor atingido.

Desafios para a Renegociação

A renegociação de dívidas é um processo complexo. Envolve produtores, bancos e órgãos governamentais. É preciso encontrar uma solução que atenda a todos.

Os produtores gaúchos precisam de crédito com juros mais baixos e prazos mais longos. Também é essencial que os bancos tenham políticas de renegociação transparentes e eficientes.

Aqui estão algumas propostas para melhorar a renegociação de dívidas:

  • Revisão das taxas de juros para níveis mais competitivos
  • Extensão dos prazos de pagamento
  • Implementação de programas de apoio financeiro específicos para os produtores afetados

A renegociação da dívida exige diálogo e cooperação. É crucial que produtores, bancos e órgãos governamentais trabalhem juntos. Assim, é possível encontrar soluções que beneficiem todos.

Insegurança jurídica: o maior entrave para investimentos no campo

Nenhum produtor investe milhões em terra, irrigação, máquinas ou integração agroindustrial se não tiver certeza de que a regra de hoje será a mesma amanhã. Quando há risco de questionamento de títulos antigos, disputas fundiárias intermináveis, invasões toleradas, mudanças de critério em regularização e decisões que relativizam a propriedade privada, o capital recua imediatamente. O campo não teme só o clima — teme o canetaço. E enquanto houver dúvida sobre quem é o dono, quem pode ocupar e quem o Estado vai proteger, o dinheiro vai para a cidade, para o ativo financeiro ou para outros países. Segurança jurídica não é luxo do produtor: é o cimento que sustenta todo o investimento rural.

Regularização ou desestímulo? Como a revisão fundiária na Amazônia está afastando o produtor formal e abrindo espaço para mais conflito.

A Amazônia Legal sempre teve um nó fundiário: glebas da União mal delimitadas, sobreposição com terras indígenas, unidades de conservação criadas depois da ocupação, assentamentos e áreas tradicionalmente ocupadas. Quando o governo acelera a reavaliação de quem está em floresta pública não destinada e diz que acima de certo tamanho (ex.: 2,5 mil ha) a área volta para a União, para conservação ou reforma agrária, quem está produzindo — inclusive com documentos locais — passa a sentir que “terra titulada está sendo tomada”. acervo.socioambiental.org+2imazon.org.br+2

Três fatores alimentam essa sensação:

  1. Base de cadastros incompleta e conflitante (Incra, SPU, estados, CAR): quando o dado oficial é frágil, qualquer revisão parece arbitrária. Biblioteca de Teses da USP+1

  2. Prioridade dada a comunidades tradicionais e assentamentos em florestas públicas por meio de CCDRU e destinação acelerada — o produtor vê avanço sobre áreas onde já investiu. Serviços e Informações do Brasil+1

  3. Ambiente de conflito crescente na Amazônia (disputa por território, violência no campo), que faz o investidor rural enxergar risco político-jurídico maior que o agronômico.

Como o Agro Brasileiro poderá sobreviver ao desgoverno Lula?

O agronegócio brasileiro já provou uma coisa: ele cresce apesar do governo, não por causa dele. Em ciclos de crédito apertado, em anos de clima severo, em momentos de insegurança fundiária e até quando a narrativa oficial tenta reduzir o produtor a vilão, quem mantém o país exportando, gerando saldo e segurando o preço dos alimentos é o campo. Serviços e Informações do Brasil+1

1. Produzir acima da política

Governos mudam, safra não espera. O produtor que sobrevive é o que não condiciona investimento ao humor de Brasília, mas ao potencial produtivo da fazenda e ao mercado (dólar, China, proteína, milho de segunda). Plano Safra com juros altos é ajuda parcial, não eixo do negócio. sygmasistemas.com.br+1

2. Sair da dependência de um crédito só

Quando a política pública fica mais ideológica que técnica, o caminho é diversificar: cooperativas, barter, CPR, fundos de recebíveis, mercado privado. Isso tira o poder de estrangulamento do Estado sobre quem realmente produz. Notícias Agrícolas+1

3. Blindar a terra

Em tempos de revisão fundiária acelerada na Amazônia e Norte, quem tiver cadeia dominial limpa, CAR atualizado, georreferenciamento e defesa possessória pronta sofre menos. Segurança jurídica virou insumo de produção. Senado Federal+2ICS+2

4. Falar com dados, não com rótulos

O agro não precisa pedir licença para existir: ele é quem fecha a balança comercial e leva dólar para dentro do Brasil. Todo discurso que tenta pintar o setor como “problema” esbarra nos números de exportação, PIB e emprego. Mostrar isso todo dia é estratégia, não vaidade. Forbes Brasil

5. Construir mídia própria

Quando a narrativa oficial não representa o campo, o campo cria a própria narrativa. É o papel do AgroBrasilDigital: registrar, denunciar, analisar e ensinar o produtor a se proteger — sempre com base em fatos, não em paixão.

O mercado privado como sustentáculo do agro brasileiro

Quando o crédito oficial fica caro, lento ou politizado, o campo não para — ele muda de fonte. É aí que entram trading, cooperativa de crédito, barter (insumo agora x grão depois), CPR para investidores, FIDCs do agronegócio e até bancos digitais do setor. Esse ecossistema privado virou, na prática, o pulmão financeiro do produtor médio, porque olha para a produtividade da fazenda e para o potencial de entrega, não para a agenda do governo.

A vantagem é clara:

  • taxa mais aderente ao risco real da operação;

  • negociação direta com quem compra o que o produtor produz;

  • menos burocracia e mais velocidade na ponta;

  • possibilidade de travar preço e crédito na mesma operação.

Em um ambiente de Plano Safra que anuncia bilhões mas entrega pouco, é o mercado privado que mantém a roda girando e evita quebra em massa. Quem entender isso cedo — e aprender a emitir boa CPR, fazer barter bem feito e negociar com cooperativas e tradings — fica menos refém de Brasília e mais dono do próprio negócio.

A thriving private market, bustling with activity, sustains the vibrant Brazilian agricultural sector. In the foreground, sturdy trucks and tractors transport bountiful harvests, while stalls brim with the rich produce of the land. In the middle ground, weathered farmers and savvy traders exchange goods, forging the vital connections that power this essential industry. The background depicts vast, verdant fields stretching towards the horizon, a testament to the vast natural resources that underpin the nation's agricultural might. Warm, golden sunlight bathes the scene, imbuing it with a sense of prosperity and resilience. This image captures the resilience and ingenuity of the private market in supporting the Brazilian agribusiness, even in the face of adversity.

Iniciativas do setor privado para compensar as falhas governamentais

O mercado privado tem criado várias iniciativas para ajudar os produtores rurais. Isso inclui novos modelos de financiamento e parcerias estratégicas. Essas ações buscam compensar as falhas do governo e manter o campo em operação.

Um exemplo é a criação de fundos de investimento para o agronegócio. Eles oferecem recursos financeiros a taxas mais baixas que os programas governamentais.

Parcerias estratégicas e novos modelos de financiamento

A saída do agro, quando o crédito oficial não encaixa, é transformar relacionamento em capital. Três caminhos são hoje os mais inteligentes:

  1. Parceria com tradings e agroindústrias
    Travar preço + travar entrega + receber insumo/antecipação agora. A trading vira financiador porque quer o seu grão.

  2. Cooperativas de crédito e produção
    Juros mais baixos que banco comercial, análise feita por quem conhece o agro e ainda compra o que você produz.

  3. Instrumentos privados

    • CPR bem estruturada

    • Barter (insumo por produção futura)

    • FIDC do agro / recebíveis

    • Parceria com lojistas de máquinas e irrigação

A lógica é simples: quem está na sua cadeia e ganha quando você produz é quem deve te financiar primeiro. Isso reduz burocracia, afasta risco político e deixa o governo como plano B, não como único caminho.

Diversificação e inovação: caminhos para reduzir a dependência governamental

Diversificar produção e mercado já protege o produtor; inovar nos instrumentos financeiros protege ainda mais. A tokenização entra justamente aí: transformar ativos rurais (safra futura, área irrigada, energia, gado em terminação, recebíveis de CPR) em cotas digitais lastreadas permite atrair capital privado — de investidores urbanos, do exterior ou de cooperados — sem passar pelo gargalo do Plano Safra.

Como isso reduz a dependência:

  1. Fonte de recurso fora do Estado – capital vem do investidor, não do Tesouro.

  2. Lastro claro – token atrelado à produção, ao contrato ou ao ativo rural.

  3. Governança e transparência – smart contracts e registro imutável elevam confiança.

  4. Escalabilidade – o mesmo modelo pode ser repetido por safra, lote ou fazenda.

Resultado: quem diversifica o que planta + moderniza o que financia + tokeniza o que já produz fica muito menos vulnerável a juros políticos e a atrasos de renegociação. É agro com caixa próprio.

A internacionalização como escape: mercados que valorizam o produtor brasileiro

Quando o ambiente interno encarece crédito e relativiza a segurança da terra, a saída natural é vender produção e ativos para quem valoriza risco agro — o mercado externo. A tokenização de ativos do mundo real (RWA) permite “empacotar” o que o produtor já tem: safra futura, bois em terminação, contratos de energia, áreas irrigadas, recebíveis de exportação. Esses tokens podem ser ofertados em mercados onde o agro brasileiro é visto como ativo produtivo, dolarizado e de alta demanda.

O que isso abre:

  1. Captação em dólar – produtor capta em moeda forte e produz em real → ganha no câmbio.

  2. Investidor global – fundos, criptoinvestidores e brasileiros no exterior podem financiar o campo direto, sem passar por banco estatal.

  3. NFTs de produção e experiência – lotes exclusivos, linhas especiais (cafés, cacau, pimenta, boi verde) tokenizados para nichos premium.

  4. RWA com governança – contrato on-chain, entrega off-chain → mais confiança, menos ingerência política.

Em resumo: se o Brasil não quer financiar bem o agro, o mundo quer. A tokenização é a ponte.

Quando quem produz tem de provar seu valor e quem não é democrático ganha prestígio, está claro onde o governo decidiu pôr sua energia — e não foi no campo.

Enquanto o governo anuncia, com atraso e juros altos, um Plano Safra que o próprio setor considera insuficiente para manter produção, investimento e seguro rural, a diplomacia brasileira segue empenhada em reaproximações políticas e econômicas com regimes autoritários da região, em especial a Venezuela de Nicolás Maduro. srb.org.br+3Serviços e Informações do Brasil+3Agência Brasil+3

De um lado, o agro — que gera superávit comercial e garante entrada de dólares — cobra crédito mais barato, previsibilidade e proteção da propriedade; do outro, o Planalto dedica tempo e capital político à retomada de relações, cooperação energética e defesa internacional de governos contestados por violações democráticas. opeb.org+2Serviços e Informações do Brasil+2

O resultado é um descompasso de prioridades:

  1. Setor produtivo interno: recebe linhas caras, contingenciamento de seguro e burocracia. CNN Brasil+1

  2. Aproximação externa com regimes aliados: recebe gesto político, agenda, viagem e narrativa de parceria “sul-sul”.

Conclusão: agro brasileiro depende da resiliência do produtor ao governo Lula, o pior da Historia

Mesmo com crédito caro, insegurança jurídica em áreas sensíveis, narrativa desfavorável e atraso em medidas para regiões em calamidade, o agronegócio continua entregando safra, exportação e saldo comercial porque o produtor brasileiro aprendeu a sobreviver apesar do governo. A estratégia, daqui para frente, passa por quatro pilares: 1) diversificar fontes de financiamento fora do Estado; 2) blindar juridicamente terra e produção; 3) comunicar os números reais do campo; e 4) internacionalizar receita com instrumentos modernos (CPR, RWA, tokenização). Enquanto houver produtor resiliente, haverá agro forte — e isso é maior do que qualquer governo.

FAQ

Q: Como o agronegócio brasileiro pode sobreviver ao governo Lula?
A: Para sobreviver, o agronegócio deve se adaptar às novas políticas. Também é importante buscar alternativas para enfrentar os desafios.

Q: Quais são os principais desafios enfrentados pelos produtores rurais?
A: Os produtores enfrentam burocracia, juros altos e falta de apoio do governo.

Q: Como o governo Lula está lidando com o agronegócio?
A: O governo Lula está implementando políticas que afetam negativamente o setor. Isso inclui restrição de crédito e falta de apoio aos produtores.

Q: Qual é o impacto da política econômica do governo Lula no agronegócio?
A: A política econômica do governo está diminuindo a produção e o investimento no setor.

Q: Quais são as estratégias para minimizar os efeitos negativos do governo Lula no agronegócio?
A: Os produtores precisam se adaptar às políticas governamentais. Eles devem buscar alternativas para enfrentar os desafios.

Q: Qual é o papel do agronegócio na economia brasileira?
A: O agronegócio é essencial para a economia brasileira. Ele representa uma grande parte do PIB e cria empregos.

Q: Como o governo Lula pode melhorar a situação do agronegócio?
A: O governo pode ajudar implementando políticas que apoiem o setor. Isso inclui redução de impostos e simplificação de processos burocráticos, ou se preferir, deixar o governo para uma gestão mais competente.

Q: Quais são as perspectivas para o agronegócio brasileiro no futuro?
A: As perspectivas são incertas. Elas dependem das políticas governamentais e das condições econômicas globais.

Q: Como os produtores rurais podem se proteger dos efeitos negativos do governo Lula?
A: Eles podem se proteger diversificando suas atividades e abraçando novas tecnologias. Buscando apoio em organizações de produtores e se adaptando às mudanças nas políticas e tecnológicas.

Q: Qual é o papel da tecnologia no agronegócio brasileiro?
A: A tecnologia é crucial para o agronegócio. Ela melhora a produtividade e reduz custos além de abrir o mercado para contratos seguros e inteligentes e crédito mais célere com menos burocracia.

Q: Como a internacionalização pode ajudar a agronegócio brasileiro?
A: A internacionalização pode expandir os mercados para os produtos agrícolas brasileiros. Isso aumenta a competitividade.

Q: Qual é o impacto do governo Lula na agricultura familiar?
A: A política agrícola do governo Lula afeta negativamente a agricultura familiar. Milhares de famílias que dependem da agricultura para sobreviver são impactadas, principalmente nas regiões norte e sul do Brasil

Q: Como o agronegócio pode contribuir para o desenvolvimento sustentável?
A: O agronegócio brasileiro é o mais sustentável do mundo, só precisa de um governo que o apoie.

Q: Qual é o papel do agronegócio no combate à fome e à pobreza?
A: O agronegócio é importante na produção de alimentos e na geração de empregos. Isso ajuda a reduzir a fome e a pobreza.

Q: Como o governo Lula pode apoiar o agronegócio?
A: O governo pode apoiar o setor implementando políticas que promovam seu desenvolvimento. Isso inclui redução de impostos e simplificação de processos burocráticos e promover segurança jurídica, coisas que não estão na cartilha do atual governo.